Wednesday, May 27, 2009

Care to Bet*

Macau Reggae Boyz' Sensational 7-7-7 (W-D-L) form has not won them many fans over but it certainly provided us with an almost unique pattern. Now we'll just have to fit an 8 into the middle of that equation on the last day of the season. 1 X 2?

Well, "Lads R broke" certainly enjoyed the season the lads from Macau played, and they have presumably offered 3% of the billions they've amassed from wagers placed on the Boyz.

Sources point out that one ironic term of the donation was a clause stipulating that only 0.5% of the donation could be used toward the purchase of new players. They certainly don't want the team to reach a W-W-W pattern and lose their unexpectedness.

So, a new stadium is on the cards, as well as a driver's license, presumably, for the president, Ziga Broz, in the coming year of 2009. Mr. Broz has also made light work of the fact that all the club fans
have been replaced by men shouting with some cards on their hands:

"It certainly is a whole new ball game, since we've moved from Jamay to Macau. It's a whole new culture, and we just have to smoke a bit less pot and a few more cigarettes. Oh, and kill a few bills here and there.", he said.

All ye punters out there, Macau has just gained another reason to become the gambling destination of the planet. And it's got three letters only. MRB - Where the odds are the highest! ;)

Exclusive for The Xpert by our correspondent in Macau

* Nota: Este artigo foi originalmente redigido a 28 de Novembro de 2008, para o antigo jornal fictício, The Xpert. Faz parte do nosso conjunto de relíquias, à qual a redacção quis dar vida. Na altura, a equipa do Macau Reggae Boyz tinha um conjunto de 7 vitórias, 7 empates e 7 derrotas, com apenas um jogo para disputar no final da primeira época da Jamaican League, onde terminou na 8a posição.

Thursday, May 7, 2009

Tuesday, April 21, 2009

Fanta de Uva Cup

A equipa do Portunhes Magic disputou ontem o seu primeiro jogo oficial da história, no Fanta de Uva Cup, tendo recebido e batido o campeão da Liga Jamaicana, Thai Dragons, por uma bola a zero.

- Foi o melhor resultado da nossa história, disse Alexandre Mendes, treinador enigmático do clube.

O director d'O Pasquim, jornal que hoje em dia é muito difícil de encontrar nas bancas (dizem que anda por aí mais nos meios revolucionários agora), Zé da Mary, entregou a lata roxa de Fanta de Uva ao treinador deliciado do Portunhes, que estava na altura, "muito excitado", como ele próprio adiantou.

- Por acaso há uma história cómica por detrás de tudo isto, disse Alex. Já tinhamos pensado em organizar este Fanta de Uva Cup antes da época iniciar, como forma de nos apresentarmos aos adeptos. 

- Quando estávamos a preparar o convite, estava o campeonato quase a chegar ao final e nós não tinhamos já duvidas de quem iria ser o campeão. Então endereçámos o convite ao Blackbombaim. Como sabem, vivemos numa parte remota do país e a comunicação processa-se duma forma muito lenta. Não podiamos perder tempo, sob pena de não recebermos a resposta a tempo! Qual o nosso espanto quando, uma semana depois, descobrimos que o Thai Dragons tinha conseguido suplantar Zibiuz!

-No entanto, mandámos um dos nossos [na altura, ainda futuros] jogadores de carro a Lisboa para ver se conseguia interceptar a missiva. Foi um sucesso! Riscámos o nome de Zibiuz e substituímos por da Mary, que como sabem, estimamos muito! E o convite seguiu e foi aceite, como sabem.

O treinador dos Dragons, Zé da Mary, mostrava-se calmo no final do encontro e decidiu focar-se noutros assuntos, tendo deixado escapar uma revelação: - É verdade, estamos em comunicação com um exilado português na China, para ver se se juntará também ao nosso grande campeonato. Depois do Portunhes, creio que este outro adepto do FCP encaixaria bem no perfil da Liga Jamaicana, de Trinidad e Tobago e da outra cujo nome agora não me recorda.

Saturday, February 28, 2009

O estranho Caso Vilma

O dossier ainda não foi arquivado. Diferentes cabeças ditam diferentes sentenças. Ninguém ficou indiferente ao último grande acontecimento da Liga Jamaicana – João Alves, actual treinador do Metalist Kharkiv, foi desmascarado – ele era também o número um por detrás do FC VilmaCristina IFK.

A redacção d’O Pasquim, sendo o jornal que é, obviamente esfregou as mãos de contentamento quando o escândalo rebentou e entre informações procuradas e informações recebidas conseguiu mais ou menos inteirar-se da situação. O que se passou e o que não se passou.

Desde logo, gostaríamos de agradecer ao Administrador da Liga (a quem oficialmente congratulamos pela excelente prestação no desvendamento do Caso) e a João Alves, que foram ambos muito solícitos, prestando todas as informações requeridas para a nossa investigação jornalística.

A bandeira de Alves

“! – I don´t know what happened... I will ask my ppl and get back to u asap Pedro Rainha”. Aparentemente foi esta a mensagem que despolotou a artilharia pesada e toda a telenovela. No passado dia 18 de Fevereiro, entrava na vida do Xpert Eleven o famoso Pedro Rainha, para espanto de todos os outros treinadores.

O que era de espantar mais no facto era o silêncio e o mistério que tinham precedido a surpreendente revelação. Porque não se teria o famoso Pedro Raínha identificado antes? E porquê naquele momento, tão desnecessário? Embora essas perguntas tenham pairado no ar que existe dentro de muitas cabeças, outras mais inquisitivas torceram o sobrolho e decidiram ir mais ao fundo da questão.

Alegadamente, houve um encontro no Quarto Verde entre três membros da Liga Jamaicana, onde se trocaram informações relativamente ao sucedido. O administrador, no púlpito, avançou com os dados. Entre outros, a proximidade das horas de log in de um e outro treinadores (muito suspeito, realmente) abriu as portas para a luz que vinha lá de fora, do céu da verdade.

Mas mais – também se estranhou o facto de ambas as equipas terem adoptado a famosa táctica 4-5-1 ao mesmo tempo (aquela que resultou tão bem na vitória sensacional do Vilma sobre o Thaksin United na Taça Jahman, lembram-se?). As parecenças na linguagem dos posts e algumas nuances no perfil dos utilizadores foram as próximas pistas que aproximaram os detectives da solução do mistério.

O golpe fatal foi dado a seguir a este encontro. O Administrador, ajuizado, manda uma mensagem privada ao treinador do Vilma: “Elo Karkov :)”. Ao que João Alves, no seu belo e inconfundível estilo, replica: “our little secret...”.

Transparência em causa?

Dirigimo-nos ao Departamento de Esclarecimento da Administração (Arroios, 5º andar), onde fomos encontrar o Administrador a meditar e ele amavelmente se prestou às nossas dúvidas. “O caso Vilma foi realmente uma surpresa e neste caso em específico valeu um pouco de intuição após as suspeitas nos seus últimos comunicados e a confirmação por parte de outros dados”, disse José Nuno.

“Realmente fomos semi-apanhados de surpresa e como medida de prevenção a direcção tentará recolher mais dados e informação dos futuros treinadores, e ponderamos também penalizações mais árduas em caso de repetição. No entanto, as sanções em principio serão discutidas no final da época, em mais um referendum”.

O trabalho da Administração foi realmente bom, mas fica a pergunta: Será que a nossa privacidade está em causa? “Os serviços secretos são diminutos apesar de gostarem de aparentar serem mais eficazes e grandiosos do que realmente são, e não têm nenhum interesse em informações pessoais”, garante José Nuno, que mais uma vez afirmou o empenho de toda a sua equipa em servir os interesses de todos os treinadores e de trabalhar em conjunto com todas as entidades para a evolução da Liga.

Oportunidade de defesa

Recordemos que uma das primeiras medidas tomadas pela Administração foi dar a escolher a Alves uma das equipas apenas, para o futuro. Isto no dia em que se jogava a semi-final da taça, e ainda era teoricamente possível as duas equipas encontrarem-se na final.

João Alves escolheu o FC Sol (agora Metalist Kharkiv) mas no final do dia nenhuma das equipas chegou à final, para seu desagrado. O estado de graça gasificava-se rapidamente e a cruel realidade insistia em afirmar-se. “Fico orgulhoso, mas desiludido com os péssimos resultados nas 1/2s finais!”, mencionou o treinador.

Quanto à decisão da Administração, foi peremptório: “In the end of the day, não houve julgamento, apenas linchamento público!”, diz o ex-treinador do Vilma. Alegadamente, o caso não terá sido tratado com a seriedade que merecia. “Estamos perante um lamaçal legal... vejamos: A administração afirma que Vilma e FC Sol são um só... mas não são. Isso seria o mesmo que afirmar que o Sport Lisboa e Benfica e o Sporting Clube de Portugal são um só, mesmo que o dono fosse (porque não?) o mesmo!”, defende Alves.

Para o jovem treinador português, as regras em que o Administrador baseou a sua decisão não são automaticamente aplicáveis às ligas privadas do XpertEleven e sustenta que o nascimento desta equipa obedeceu a todos os trâmites legais. E revelou mais: “O Vilma era a minha forma «doce» de prestar homenagem a uma pessoa... podia ter sido outra pessoa, mas eu queria que fosse ela”.

Percebe-se que Alves queria duas equipas basicamente para ter “double the fun” mas a verdade é que é muito dubitável a possibilidade de garantir a transparência no caso em que as duas equipas se encontrassem na mesma divisão. Por acaso, não aconteceu.

Podemos pensar no caso do Futebol Clube do Porto e da sua equipa B. O Porto B, onde o tri-campeão português rodava os jogadores, não podia participar em nenhuma competição em que estivesse envolvida a equipa mãe. Assim, não poderia nunca ascender à mesma divisão desta nem participar na Taça de Portugal. O conflito interno de interesses colocaria em cheque a verdade desportiva.

Neste caso, talvez se possa aceitar que Alves acabe a época com o Vilma, para não criar mais um robot, porque à primeira vista não há benefício nenhum que uma equipa possa fazer à outra, até lá. Estão em diferentes divisões e não é possível efectuar transferências de jogadores ou de fundos entre as equipas.

Se pensarmos mais um pouco, porém, podemos concluir que pode existir mesmo um benefício – a possibilidade de utilizar os polémicos dirty tricks contra adversários directos da outra equipa. Talvez tenha sido esta a razão porque José Nuno decidiu voltar atrás num suposto pacto que havia entre Administração e o Sr. Alves, de acordo com este último: “Conversámos em pessoa (..) e ficou combinado que tinha de saltar at the end of the season da Vilma, especialmente se subisse de divisão... concordei, naturalmente. Qual não foi o meu espanto, quando, a poucas horas da meia final, a direcção decidiu desbocar-se, ao estilo de assassinato político e desportivo... o balneário ficou à nora.”

O futuro

João Alves ressalva que não guarda ressentimentos nenhuns – afinal sempre se trata de um mero jogo – mas ficou “advertido para a vida real” e lança o repto: “Peço á administração da Jamaica que clarifique os estatutos: é melhor Robots or 2-face jacks???”.

Dv08, treinador do mítico Mandala, ofereceu a sua nobre visão sobre os recentes acontecimentos: “Há muito que o FC Mandala falava sobre a existência de robots, e sobre a sua «vida» na liga. Este acontecimento prova que por detrás de um robot pode estar muito coisa. A Administração esteve à altura (ja enviámos a palmadinha nas costas do costume) mas espero que os restantes colegas e equipas não convertam Inpain (Alves) num bode espiatório das suas frustrações desportivas de cariz próprio.”

Paulo Abecasis, colega de divisão do VilmaCristina, considera que o escandâlo não afectou directamente a sua equipa mas lamenta que estas coisas aconteçam.

João Alves vai ter um trabalho difícil para dissociar a sua imagem das atitudes menos transparentes que praticou. De qualquer maneira, a ocasião é propícia para recordar uma das suas afirmações, num dos seus últimos posts enquanto treinador do Vilma: “Let the conscience do its job”.

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